Liderança

Como Lidar com pessoas difíceis – Parte 1

ENTENDENDO COMPORTAMENTOS DIFÍCEIS

 

Um colaborador pode custar caro: se você não é capaz de lidar com um comportamento difícil e acaba despedindo um colaborador, você pode estar sujeitando a sua empresa a pesados honorários processuais. Mesmo que você dispense alguém por razões legítimas, o colaborador pode mover uma ação por demissão sem justa causa. Embora a maioria dos processos possa ser infundada, eles sempre consomem tempo e dinheiro da empresa.

 Colaboradores problemáticos: podem ser a maior razão para custos desnecessários aos seus negócios. É muito complicado mensurar os custos para manter uma pessoa problemática, mas certamente ela atrapalha o andamento normal de seus negócios, afetando, portanto, a lucratividade em geral. Sem contar que este tipo de funcionário ainda influencia a moral e a produtividade dos mais dedicados.

Ignorar oomportamento difícil resultará em problemas longo prazo: ignorar o comportamento problemático pode minimizar o estresse por um curto período, porém as conseqüências negativas sobre os outros membros da equipe e nos objetivos dos seus negócios acabarão sendo corrosivas.

Assuma a dianteira: você frequentemente irá deparar com pessoas que tem comportamento difícil e o quanto antes, você for capaz de interpretar esses sinais e aprimorar as suas habilidades comunicativas menores serão as oportunidades que as pessoas problemáticas terão de coagi-lo, manipulá-lo ou intimidá-lo no futuro.

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A importância de uma Liderança Inovadora!!!

A Chave Da Gestão De Pessoas

 

Liderança é um processo por meio do qual as pessoas assumem posições de “comando”, “coordenação” de grupo, com o objetivo de atingir um resultado, uma meta. O processo de liderança nas organizações é cíclico. A cada momento surge um novo líder e essa ascensão irá depender da especificidade da ação, do resultado a ser alcançado, das competências necessárias desse profissional, para a situação que se apresenta. Quando se exerce o papel de líder, seja por definição da empresa, pela posição que ocupa no nível hierárquico, ou quando, para determinada situação você é quem tem as competências necessárias, faz-se necessário pensar quem são os componentes da equipe que serão liderados, como conduzi-los para a ação.

Ao assumir um papel de líder é preciso ter o olhar sobre todos, ter a visão crítica da situação que se apresenta, quem são as pessoas que compõem o grupo e qual o resultado a ser alcançado. Este olhar deve ser diferenciado: desfoca a realidade para focar novamente. As pessoas que fazem parte do processo precisam ser geridas de forma que o líder conheça suas potencialidades, suas expectativas, suas competências, para que essas, quando inseridas num projeto, contribuam de uma maneira mais efetiva e eficiente.

Vale ressaltar que são as pessoas quem irão colocar literalmente “a mão na massa” e fazer acontecer o projeto. Portanto, cabe ao líder considerar cada pessoa como se fosse única, atribuindo-lhe responsabilidades para as quais o profissional se sente maduro e apto a conduzir. O líder deve empreender, orientar, educar sua equipe, proporcionando aos liderados condições o para seu crescimento individual e profissional. Ser o Coach de sua equipe é ter o entendimento das diferenças individuais, de suas potencialidades e das possibilidades de sucesso. Deve ainda orientar seu time na condução do processo, tornando-se, desta forma, co-gestor, co-responsável pela ação. Na Gestão de Pessoas, liderar é empreender os talentos e saber como esses podem contribuir para o sucesso do trabalho. Se houver sucesso ou fracasso no processo, esse será compartilhado pelo grupo.

Liderar ou exercer a liderança é ter o entendimento da cultura organizacional, do planejamento estratégico da mesma e alinhar sua equipe de acordo com as competências contributivas da cada um para atingir os resultados esperados. Isto torna cada elemento co-participativo do processo, é fazer cada sentir que faz parte do time e não que está à parte. É preciso conciliar os objetivos organizacionais com os individuais, e saber em que momento ocorre a intersecção, o ponto comum entre as partes envolvidas. O líder deve ter em mente que as pessoas fazem os processos. São elas que por meio de seu trabalho contribuem efetivamente para com a organização e com a equipe.

capital humano deve ser valorizado para unir o grupo ao redor de um objetivo comum. Cada um deve se questionar: até que ponto contribuo com o resultado da minha empresa? Quando o meu trabalho é o reflexo deste resultado? Qual o objetivo a ser atingido? Como empreender a criatividade, inovar e formar novos líderes?

 

Marisa de Fátima Poças Alves dos Santos é psicóloga, pós-graduada em Administração e docente em Gestão de Recursos Humanos,Gestão do Conhecimento, Planejamento Estratégico, Planejamento de Recursos Humanos, Administração de Recursos Humanos,responsável pelas relações com empresas da Fundação Vanzolini e Diretora da MS-2 Consultoria e Treinamento Ltda.

 

Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=4pn6r3xd3